Cinema: Suspense e sensualidade com “A Agente Vermelha”

Numa altura em que a chuva e o vento nos afastavam de programas ao ar livre, decidimos fazer, na semana passada, a pontualmente obrigatória visita ao cinema.

Desta vez, a escolha do filme ficou a cargo da Joana e, talvez influenciada pela profissão inicial da protagonista (bailarina), a escolha recaiu no filme “Red Sparrow” (“A Agente Vermelha”), baseado no livro homónimo, da autoria do ex-operacional da CIA Jason Matthews.

Trazendo até aos dias de hoje o histórico clima de Guerra Fria entre Rússia e Estados Unidos da América, este thriller, dirigido por Francis Lawrence, conta a história de uma talentosa bailarina russa que, após uma inesperada contrariedade na carreira e perante uma grave doença da mãe, se vê pressionada a entrar no mundo da espionagem.

Num enredo interessante, com boas doses de sangue e sexo à mistura, Dominika Egorova passa por uma dura preparação para servir os intentos do Governo russo e aprende a utilizar o seu corpo como principal arma, tendo ordens para de tudo fazer para seduzir e manipular os seus alvos, com vista a alcançar os objectivos traçados.

Característica obrigatória nos mais bem-sucedidos espiões da História, a capacidade de jogo duplo da agente interpretada por Jennifer Lawrence alimenta a incerteza que marca o filme até ao último instante, proporcionando uma satisfatória dose de suspense, que agarra o espectador à narrativa.

A sensualidade da bela actriz norte-americana é outro dos argumentos nitidamente utilizados para cativar o público e prendê-lo ao ecrã quer nas cenas mais “quentes” quer mesmo nas mais violentas.

Já em exibição nos cinemas de todo o país, “A Agente Vermelha” é um filme que, apesar de não poder ser caracterizado como uma obra-prima de Hollywood, promete mais de duas horas de entretenimento e emoções fortes.

 



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